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  <title>DSpace Community:</title>
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  <updated>2026-05-14T03:42:15Z</updated>
  <dc:date>2026-05-14T03:42:15Z</dc:date>
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    <title>A grade e a rede: o papel do sistema penitenciário federal para além da execução penal</title>
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      <name>Martins, Felipe Abath</name>
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    <updated>2026-05-06T10:46:05Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A grade e a rede: o papel do sistema penitenciário federal para além da execução penal
Authors: Martins, Felipe Abath
Abstract: Esta dissertação analisa a atuação do Sistema Penitenciário Federal (SPF) como política pública de&#xD;
enfrentamento ao crime organizado, com foco nos efeitos da política de isolamento penal sobre a&#xD;
governança criminal e os fluxos de comunicação e autoridade das facções criminosas. Partindo da&#xD;
constatação de que organizações como o Primeiro Comando da Capital (PCC) operam como&#xD;
estruturas de governança paralela2&#xD;
, o estudo investiga de que modo o isolamento de lideranças em&#xD;
unidades federais interfere na capacidade de coordenação, disciplina e comando dessas&#xD;
organizações. O referencial teórico articula contribuições da literatura sobre governança criminal,&#xD;
especialmente a abordagem de Lessing, e da teoria das redes sociais, com destaque para os&#xD;
conceitos de laços fortes e fracos, centralidade e intermediação. A pesquisa adota abordagem&#xD;
qualitativa, com análise de conteúdo baseada na triangulação de dados coletados em entrevistas&#xD;
com especialistas, documentos normativos e institucionais, relatórios operacionais e reportagens&#xD;
da mídia. O estudo de caso tem como unidade empírica a Penitenciária Federal de Brasília,&#xD;
analisada como espaço estratégico de implementação da política de isolamento penal. Os resultados&#xD;
indicam que o isolamento produz efeitos relevantes sobre a governança criminal, ao fragmentar&#xD;
cadeias de comando e reduzir a centralidade de lideranças encarceradas. Contudo, evidenciam&#xD;
também processos adaptativos por parte das facções, que reconfiguram suas redes e deslocam&#xD;
estratégias de comunicação e intimidação para além do ambiente prisional, produzindo efeitos não&#xD;
intencionais da política. O estudo mostra que o SPF atua como instrumento de intervenção estatal&#xD;
sobre a governança criminal, capaz de desorganizar estruturas de poder ilícito, mas que seus efeitos&#xD;
são condicionados pela capacidade adaptativa das organizações criminosas e pela necessidade de&#xD;
coordenação interinstitucional contínua. O trabalho contribui para o debate sobre políticas públicas&#xD;
de segurança ao evidenciar limites, potencialidades e paradoxos do isolamento penal como&#xD;
estratégia de enfrentamento ao crime organizado.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Efeitos diretos e indiretos da implementação do Sistema Penitenciário Federal sobre o crime no Brasil</title>
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      <name>Mosca, Leonardo Schmitz.</name>
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    <updated>2026-04-06T19:03:14Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Efeitos diretos e indiretos da implementação do Sistema Penitenciário Federal sobre o crime no Brasil
Authors: Mosca, Leonardo Schmitz.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Monitoreo electrónico de personas : informe para el sistema de justicia</title>
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      <name>Secretaria Nacional de Políticas Penais</name>
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      <name>Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento</name>
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    <updated>2026-04-02T13:35:18Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Monitoreo electrónico de personas : informe para el sistema de justicia
Authors: Secretaria Nacional de Políticas Penais; Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento; Conselho Nacional de Justiça
Abstract: O presente informativo é destinado a orientar os atores do Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e advocacia acerca dos serviços de monitoração eletrônica. A base da proposta é o Modelo de Gestão para a Monitoração Eletrônica de Pessoas, publicado em 2017, por meio de parceria entre o Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), leis e normativos posteriores à publicação do Modelo referido são também considerados. São compartilhadas informações sobre o funcionamento dos serviços, os princípios envolvidos, com destaque para fluxos, procedimentos e parametrizações estabelecidos entre a Central de Monitoração Eletrônica e os órgãos do Sistema de Justiça. Destaca-se, como um dos pressupostos do produto, a necessária construção de fluxos e instâncias de interação entre as instituições que compõem o sistema penal em todas as suas fases, o que envolve, por exemplo, o Poder Executivo, o Tribunal de Justiça, a Defensoria Pública e o Ministério Público. A prestação efetiva e qualificada dos serviços de monitoração eletrônica, em todas as suas etapas, pode ser garantida por meio da articulação, do entendimento comum e do alinhamento de metodologias e estratégias entre as instituições destacadas. Vislumbra-se, segundo os pressupostos da política nacional de monitoração eletrônica de pessoas, socializar tais perspectivas com as referidas instituições com foco no desencarceramento e na garantia dos direitos constitucionais das pessoas monitoradas.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Electronic monitoring of people : informative for the justice system</title>
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      <name>Secretaria Nacional de Políticas Penais</name>
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      <name>Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento</name>
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    <updated>2026-04-02T13:35:11Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Electronic monitoring of people : informative for the justice system
Authors: Secretaria Nacional de Políticas Penais; Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento; Conselho Nacional de Justiça
Abstract: O presente informativo é destinado a orientar os atores do Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e advocacia acerca dos serviços de monitoração eletrônica. A base da proposta é o Modelo de Gestão para a Monitoração Eletrônica de Pessoas, publicado em 2017, por meio de parceria entre o Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), leis e normativos posteriores à publicação do Modelo referido são também considerados. São compartilhadas informações sobre o funcionamento dos serviços, os princípios envolvidos, com destaque para fluxos, procedimentos e parametrizações estabelecidos entre a Central de Monitoração Eletrônica e os órgãos do Sistema de Justiça. Destaca-se, como um dos pressupostos do produto, a necessária construção de fluxos e instâncias de interação entre as instituições que compõem o sistema penal em todas as suas fases, o que envolve, por exemplo, o Poder Executivo, o Tribunal de Justiça, a Defensoria Pública e o Ministério Público. A prestação efetiva e qualificada dos serviços de monitoração eletrônica, em todas as suas etapas, pode ser garantida por meio da articulação, do entendimento comum e do alinhamento de metodologias e estratégias entre as instituições destacadas. Vislumbra-se, segundo os pressupostos da política nacional de monitoração eletrônica de pessoas, socializar tais perspectivas com as referidas instituições com foco no desencarceramento e na garantia dos direitos constitucionais das pessoas monitoradas.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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